quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Algo


Algo que torne o imensurável
Em estritamente palpável.
Que torne o caos das almas
Em substancia estável.
Que traga aos olhos insones
Alegrias quiméricas,
E que liberte o poeta
Da tirania das métricas.
 (Jorge Elô)

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