quarta-feira, 25 de julho de 2007

Poema para Fernanda

Falar das flores
Que se abrem num balé frenético
Dançam uma música suave de cheiro espantoso
Falar do frio,
do vazio
Os dias se alongam as horas nunca, nunca...
Passados os festivais, os invernos,
as saudades de quem ainda não se conhece
da tua letra, do teu sorriso materializado em pensamentos
Falar de todas as coisas,
do que foi escrito, do que ainda será dito
isso, aquilo, pontos, vírgulas
toda essa explosão traduzida em cores,
conhecer o teu olhar
mesmo sem conhecer teus olhos!!

(José Maria)

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